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Como ajudar profissionais que tenham algum hábito negativo, como o tabagismo?

Hoje nós vamos conversar com você sobre um assunto muito importante para a saúde de um colaborador: o tabagismo. Queremos apontar maneiras de garantir que a empresa possa lidar com este problema tão peculiar.

Afinal de contas, quando uma empresa pode interferir nos hábitos de um profissional e quando ela deve ficar de fora? 

Pois bem, este é um assunto delicado que requer toda a nossa atenção. Então, vamos lá. vamos conversar sobre tabagismo e outros hábitos negativos no ambiente de trabalho. E o que os gestores podem fazer para lidar com eles.

Fique confortável e aproveite a leitura!

Como o tabagismo afeta a produtividade?

Apesar dos requisitos mínimos de descanso, não há nada que impeça seu empregador de permitir mais tempo de descanso, desde que haja coerência e adequação desse tempo em um acordo informal entre empregado e empregador, mantendo a ordem e produção da empresa.

Naturalmente, um fumante possui o vício em nicotina e quando sujeito a longas horas sem saciar seu vício, pode surgir pequenos sintomas de abstinência, o que pode o tornar improdutivo, impaciente, entre outros sintomas.

Pensando desta forma, pequenos intervalos podem ser concebidos para reativar a produção. Mas isto está sujeito a questionamento dos não-fumantes, pois eles devem, então, receber suas devidas pausas extras para descanso.

Analisando estas situações rapidamente, é possível identificar que tudo se trata de acordos, conversas e diálogos para adaptar estas situações à realidade da empresa e suas necessidades. Havendo harmonia entre as partes, esta situação não deve ser alvo de grandes problemas. 

Ações como o Dia Mundial sem Tabaco ajudam?

Fazer com que as pessoas reflitam sobre os problemas causados pelo fumo, esse é o primeiro passo para despertar interesse suficiente em relação ao assunto, de modo que a vontade de largar o vício fique cada vez maior.

O tabagismo é uma doença crônica e, como tal, prejudica a saúde do indivíduo de diversas formas. Suas consequências geram dificuldade para desfrutar da vida e executar atividades cotidianas, tanto aquelas relacionadas ao lazer quanto às tarefas profissionais.

Muitas pessoas consomem tabaco sem pensar nos problemas que isso pode trazer em curto e longo prazo. Nesse cenário, também acabam comprometendo o bem-estar de amigos, familiares ou colegas de seu convívio — que, inclusive, são chamados de fumantes passivos por terem contato próximo.

Como incentivar que o seu colaborador deixe de fumar?

Por lei não é permitido fumar no local de trabalho e em nenhum outro ambiente fechado. 

Para isso, o funcionário fumante teria horários de intervalo fora ou a empresa teria um ambiente próprio para isso, o fumódromo.

Em alguns lugares do Brasil, como São Paulo, fumódromos em salas fechadas são proibidos, precisando ser alocados em uma área externa. Além disso, cabe às empresas garantir que a fumaça vinda dos fumódromos não chegue aos não fumantes, afinal, tudo isso é passível de demissão ou processo.

Existem ainda empregadoras, que por conta de sua missão e valores, se posicionam contra o tabagismo, como o exemplo de uma grande empresa de produtos de higiene e saúde que proíbe o tabagismo veementemente em suas instalações.

Entretanto, essa é uma decisão que pode variar de empresa para empresa, contanto que se cumpram as regras.

Veja também: Empresa de saúde ocupacional: vale a pena contratar?

Pensando em políticas internas para combater o tabagismo

As empresas devem também criar políticas internas para lidar de maneira empática e respeitosa com quem sofre dessa dependência química. Isso passa pelo acolhimento e pelo encaminhamento para os profissionais adequados, que auxiliarão no enfrentamento à dependência de forma adequada.

No longo prazo, essa política pode evoluir e as regras se tornarem mais rígidas. Com isso, a companhia pode mesmo se transformar em um ambiente livre de tabaco, onde o fumo é proibido em todas as áreas.

Quanto custa para a empresa? 

Um funcionário fumante custa cerca de R$13 mil (US$6 mil) a mais do que um não-fumante. 

Os gastos incluem queda na produtividade, faltas ao trabalho e realização de consultas médicas. Esses dados foram divulgados por um estudo realizado pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos.

Para contribuir na redução desses custos, algumas empresas estão investindo em programas de combate ao tabagismo.

Os programas de combate ao tabagismo precisam ser bem planejados de acordo com a demanda da empresa.

A ação mais básica a ser feita é conscientizar os colaboradores sobre os malefícios que o cigarro traz à saúde. Vale expor, por exemplo, os levantamentos do Instituto Nacional do Câncer (INCA): um fumante tem 10 vezes mais chances de desenvolver câncer de pulmão, cinco vezes mais de sofrer infarto e duas vezes mais de ter um derrame no cérebro.

Palavras finais: o que fazer sobre o tabagismo?

Para as empresas que possuem um número grande de fumantes, outras atividades também podem ser implementadas.

Segundo o INCA, cerca de 80% dos fumantes querem parar de fumar, mas apenas três conseguem parar sozinhos. E o maior motivo pelo qual as pessoas buscam o cigarro é a ansiedade.

Por isso, junto ao programa de combate ao tabagismo também pode-se implantar a ginástica laboral, por exemplo, que contribui para diminuir o estresse dentro da empresa.

Esperamos que agora você tenha todas as informações de que precisa para entender que o tabagismo é uma questão de saúde pública e deve ser tratado com cuidado e seriedade.

Gostou do artigo de hoje? Então, continue acompanhando o nosso blog. Estamos sempre trazendo dicas, notícias e novidades sobre a importância da saúde nas empresas.

Agradecemos a leitura e até a próxima!

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